
Em decorrência de alguns escândalos motivados pela chamada Teologia
da Prosperidade, certas igrejas têm sido criticadas pela forma como
levantam dízimos e ofertas denominadas sacrifícios em que maioria dos
membros tem sido espoliada de bens de uso próprio como casa, automóvel,
pequenas quantias reservadas em caderneta de poupança para uma
emergência da família. Opostamente, têm se levantado uma onda de líderes
religiosos que resolveram combater a contribuição do dízimo, partindo
da alegação de que o dízimo era parte do Antigo Concerto e, que, dentro
do Novo Concerto, não há exigência desse tipo de contribuição.
Infelizmente, certa pessoa do nosso relacionamento recebeu uma apostila
com dois títulos ou duas apostilas sobre o mesmo assunto. A primeira
página tem como título “TUDO SOBRE O DÍZIMO”. A partir da segunda página
em diante outro título “DIZIMAR NÃO É UMA DOUTRINA CRISTÔ que passamos
a comentar:
TUDO SOBRE O DÍZIMO E/ou DIZIMAR NÃO É UMA DOUTRINA CRISTÃ
A
escritora da citada apostila põe-nos a par que, quando era seminarista,
tinha um professor por nome Valdomiro e este lhe ensinou a não usar o
Antigo Testamento, e, quando citá-lo, só o fazer para ilustração,
considerando que hoje o cristão vive na Dispensação da Graça. Em
seguida, diz a autora que estudou com outro pastor por nome Pimentel e
que era mestre em apologética. Trabalhou com ele três anos naquele
instituto e que aprendeu mais do que aprendeu da Bíblia no Seminário.
Partindo
dessas informações preliminares ela desanda em críticas aos pastores e
radicaliza: “Infelizmente, a maioria dos pastores hoje em dia se apega
fervorosamente ao Velho Testamento, por dois motivos: Primeiro, porque
esses pastores medíocres podem usar e abusar das histórias antigas,
fantasiando os seus enredos, a seu bel prazer. Segundo, porque podem
impor muitas leis do VT aos pobres membros de suas igrejas, para os
escravizar, como por exemplo, usando Malaquias para extorquir o dízimo
dos que não conhecem bem a Palavra de Deus.” (o grifo é nosso). Repete
mais adiante que certo pastor malaquiano sabendo que ela era contra o
dizimo e que se achava sentada na terceira fila de cadeiras da igreja,
afirmou publicamente, depois de ter lido Ml 3.8-10, “Meus irmãos, o
diabo odeia esses versículos de Malaquias e ele está aqui presente,
podem crer…”.
A escritora refere-se, a seguir, aos demais
presentes para quem esse pastor pregava e os qualifica como “os pobres
analfabetos bíblicos”.
Nota-se, nessas palavras introdutórias, uma
manifestação de soberba ao se referir aos demais pastores como “pastores
medíocres” e aos seus ouvintes como “os pobres analfabetos bíblicos”.
Até parece que ela nunca leu qual foi a profissão dos primeiros
apóstolos de Jesus. Eram pescadores. (Mateus 4:18) – “E Jesus, andando
junto ao mar da Galiléia, viu a dois irmãos, Simão, chamado Pedro, e
André, os quais lançavam as redes ao mar, porque eram pescadores;
(Mateus 4:19) – E disse-lhes: Vinde após mim, e eu vos farei pescadores
de homens. (Mateus 4:20) – Então eles, deixando logo as redes,
seguiram-no. (Mateus 4:21) – E, adiantando-se dali, viu outros dois
irmãos, Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, num barco com seu
pai, Zebedeu, consertando as redes; (Mateus 4:22) – E chamou-os; eles,
deixando imediatamente o barco e seu pai, seguiram-no.”
MALAQUIAS 3.10
“Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na
minha casa, e depois fazei prova de mim nisto, diz o SENHOR dos
Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu, e não derramar sobre
vós uma bênção tal até que não haja lugar suficiente para a
recolherdes.”
Será que contribuir com o dízimo é “extorquir os
crentes” porque “são ignorantes da Palavra de Deus”? Essa opositora não
devia usar de termos tão grosseiros para se referir aos que contribuem
com o dízimo mesmo sem usar o texto em tela: Deus admitindo que o seu
povo fosse extorquido ao pagar o dízimo. É difícil entender alguém
escarnecer de outros chamando-os de “analfabetos bíblicos”, chegando ao
ponto de proferir tamanha insensatez.
Se ela usasse, por exemplo, o
texto de (II Pedro 2:3) – “E por avareza farão de vós negócio com
palavras fingidas; sobre os quais já de largo tempo não será tardia a
sentença, e a sua perdição não dormita” mencionando, por exemplo,
expedientes escusos como Campanha da Fogueira Santa de Israel, Campanha
da Fogueira Santa do Monte Sinai, aí sim estariam tais líderes abusando
de interpretações descabidas por causa de sua avareza, fazendo dos
crentes “negócio com palavras fingidas”. Mas referir-se ao dízimo como
meio de extorquir, espoliar os crentes devido ao seu analfabetismo, é
uma acusação sem base bíblica por parte de alguém que se julga uma
exegeta da Bíblia, mas que revela, na verdade, pouco entendimento quando
se manifesta sobre a Bíblia. Francamente! Deplorável! Seria melhor que
ficasse com a boca fechada.
ACHINCALHE AOS PASTORES PENTECOSTAIS
A opositora ao dízimo não se cansa de depreciar os pastores pentecostais e afirma:
“Tenham
cuidado com os pastores que usam e abusam do Velho Testamento. Eles não
são sérios. Quando não são embromadores de primeira, fantasiando as
histórias do Velho Testamento para preencher o tempo e engabelar os
crentes, são uns irresponsáveis e abusivos extorquidores dos membros de
suas igrejas.”
A forma grosseira como essa opositora se coloca
contra os líderes das igrejas pentecostais, generalizando e não
separando o joio do trigo, com colocações pejorativas, revela falta de
“temperança” ou “domínio próprio”. Pelo menos deveria demonstrar possuir
o fruto do Espírito (Gálatas 5:22) – “Mas o fruto do Espírito é: amor,
gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão,
temperança.” Pode-se denunciar erros sem usar de deboche, linguagem
chula e humilhante. Lamentável tal atitude intempestiva, desqualifica
alguém que queira se identificar como cristão.
SEGUIDORA DE PAULO
Depois
se diz seguidora dos ensinamentos do apóstolo Paulo. Mas, bem que
poderíamos incluir Paulo nessas invectivas do seu ódio avassalador
contra os que pregam o dízimo como contribuição dentro da Dispensação da
Graça, no NT. E por quê? Porque embora procure afirmar que Paulo era um
obreiro que jamais se valia da ajuda financeira das igrejas, em toda a
apostila escrita com 15 páginas, não citou uma vez sequer o que Paulo
escreveu à Igreja de Corinto, no capítulo 11 e versículos 7-9 onde ele
escreve:
“Pequei, porventura, humilhando-me a mim mesmo, para que
vós fôsseis exaltados, porque de graça vos anunciei o evangelho de Deus?
(II Coríntios 11:8) – Outras igrejas despojei eu para vos servir,
recebendo delas salário; e quando estava presente convosco, e tinha
necessidade, a ninguém fui pesado. (II Coríntios 11:9) – Porque os
irmãos que vieram da Macedônia supriram a minha necessidade; e em tudo
me guardei de vos ser pesado, e ainda me guardarei.”
Não estaria
Paulo se guardando de pessoas como a escritora da apostila que desanda
em usar palavras injuriosas e detratoras contra todos os pastores
pentecostais? E se fôssemos citar a TNM nos textos de 2 Coríntios 11.7-9
teríamos que chamar Paulo de ladrão porque diz a referida tradução, que
não endossamos, mas a citamos apenas como exemplo de pessoas que
ofendem os demais que não se ajustam ao seu modo de interpretar a
Bíblia:
“Ou cometi algum pecado por me humilhar, para que vós
fôsseis enaltecidos, porque de bom gado, sem custo, vos declarei as boas
novas de Deus? A outras congregações roubei, por aceitar provisões, a
fim de ministrar a vós, contudo, quando estive presente entre vós e
padeci necessidade, não me tornei fardo nem mesmo para um único, pois os
irmãos da Macedônia supriram abundantemente a minha deficiência. Sim,
guardei-me de todos os modos para não me tornar oneroso para vós, e
guardar-me-ei assim.”
Suas razões antidizimistas são as seguintes e as enumera como passamos a expor:
AS RAZÕES CONTRA O DÍZIMO
“Ponto 1: Os princípios de dar no Novo Testamento, na 2 Coríntios 8,9, são superiores ao dizimar.”
“O falso ensino é que dizimar é uma exigência obrigatória, a qual
sempre precede o dar voluntariamente. O dar voluntariamente precedia o
dizimar.”
Resposta Apologética: Plenamente de acordo. Os
requisitos para contribuir com o dízimo no Novo Testamento se encontram
em (II Corintios 9:7) – “Cada um contribua segundo propôs no seu
coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus ama ao que dá
com alegria.” E (I Corintios 16:2) –“No primeiro dia da semana cada um
de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade,
para que não se façam as coletas quando eu chegar.”
TRÊS REQUISITOS PARA A CONTRIBUIÇÃO DO DÍZIMO
Para nós são três os requisitos que regem a contribuição do dízimo no Novo Testamento
1) TEM QUE SER VOLUNTÁRIA: “segundo
propôs no seu coração” (II Corintios 9:7) – “Cada um contribua segundo
propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus
ama ao que dá com alegria.” Todos os dizimistas devem saber que sua
contribuição deve ser feita voluntária e livremente, sem qualquer
pressão obrigatória. Daí porque não seria correto chamar de ladrão (Ml
3.8) aquele que não paga o dízimo. Dois exemplos:
a) o dízimo de
Jacó: Quem ordenou a Jacó, na visão de Betel, a dar o dízimo? Ninguém.
Não havia preceito recomendando essa prática.
(Gênesis 28:20) – “ E
Jacó fez um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta
viagem que faço, e me der pão para comer, e vestes para vestir; (Gênesis
28:21) – E eu em paz tornar à casa de meu pai, o SENHOR me será por
Deus; (Gênesis 28:22) – E esta pedra que tenho posto por coluna será
casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo”
Será
que quem redigiu essa apostila cheia de impropérios tem recebido em sua
vida as quatro bênçãos de Deus que Jacó pediu para fazer o seu voto
espontâneo? Tem ela sido guardada por Deus? Tem ela tido pão para comer?
Tem ela vestes para vestir? Tem ela recebido paz de Deus? Não haveria
uma razão plausível para ser mais grata a Deus e deixar de arranjar
argumentos inconseqüentes procurando bloquear os que dão o seu dízimo?
b) o dízimo de Abraão: Será que se esqueceu do que fez Abraão como,
também, espontaneamente, deu os dízimos dos despojos quando se encontrou
com Melquisedeque? (Gênesis 14:18) – “E Melquisedeque, rei de Salém,
trouxe pão e vinho; e era este sacerdote do Deus Altíssimo. (Gênesis
14:19) – E abençoou-o, e disse: Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, o
Possuidor dos céus e da terra; (Gênesis 14:20) – E bendito seja o Deus
Altíssimo, que entregou os teus inimigos nas tuas mãos. E Abrão deu-lhe o
dízimo de tudo.”
2) TEM QUE SER METÓDICA: “No
primeiro dia da semana “No primeiro dia da semana cada um de vós ponha
de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não
se façam as coletas quando eu chegar”. A primeira parte do texto citado
indica: (I Corintios 16:2) – “No primeiro dia da semana”. Quantos
crentes que um tempo atrás foram dizimistas fiéis mas depois que se
embebedaram dos argumentos dos opositores do dízimo já não sabem como
contribuir. Suas contribuições se restringem a enganar a si mesmos
tirando um trocado do bolso e dando uma oferta de fome. São mesquinhos,
avarentos. Desfrutam do bem estar na casa de Deus assentando-se em
bancos comprados com o dinheiro dos dizimistas, usufruindo de água, luz,
sem nada contribuir efetivamente porque foram contaminados pelo vírus
dos antidizimistas. Praticamente são anarquistas espirituais, querendo
demonstrar uma obediência à Bíblia porque se sentem livres da
contribuição sob alegação de que o dízimo era restrito à Lei de Moisés.
3) TEM DE SER PROPORCIONAL AOS RENDIMENTOS:
“conforme
a sua prosperidade”(I Corintios 16:2) – “No primeiro dia da semana cada
um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua
prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar.”
Repetindo, “ conforme a sua prosperidade”. Qual o “X” dessa porcentagem?
Deve ser igual ou superior a 10%.
Então os três princípios que regem uma contribuição dentro da Dispensação da Graça, no Novo Testamento. Assim, O DÍZIMO:
É contribuição voluntária: “Cada um contribua segundo propôs no seu coração” (2 Co 9.7);
É contribuição metódica: “No primeiro dia da semana” (1 Co 16.2);
É contribuição proporcional: “conforme a sua prosperidade” (1 Co 16.2).
(O Dízimo, p. 19-27, Gráfica Nova Santos Ltda.)
“Ponto 2 – Na palavra de Deus o dízimo é sempre em alimento.”
“O falso ensino é que os dízimos bíblicos incluem todas as fontes de renda.”
Resposta
Apologética: Afinal, como expor argumentos contra o dízimo recorrendo à
Lei de Moisés, dizendo que a Lei de Moisés ensina que o dízimo é sempre
em alimento? Porventura até agora apelamos para Malaquias 3.10 ou
fizemos alguma citação da Lei para justificar a contribuição do dízimo?
Pergunto a pessoa que escreveu essa apostila contra o dízimo: Sabe
porventura quantos mandamentos continha a Lei de Moisés? A Lei de Moisés
continha 613 mandamentos que fazem parte do Pentateuco.
Pode haver
maior contradição do que condenar a contribuição do dízimo alegando que
fazia parte do Antigo Concerto e, ao mesmo tempo, recorrer às exigências
da Lei de Moisés sobre o dízimo? Se a Lei de Moisés terminou na cruz
como recorrer a ela para ser contra o dízimo alegando que o dízimo da
lei era feito em alimentos? Nós dizemos: (Romanos 10:4) – “Porque o fim
da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê.” Interessante!
Elabora-se uma apostila contra o dízimo argumentando-se contra o dízimo
porque este fazia parte da Lei de Moisés, composta pelo Pentateuco com
613 mandamentos e paradoxalmente, recorre-se à lei para provar certas
particularidades com relação ao dízimo que não deviam jamais ser
invocadas dado que reconhecem que a lei foi abolida na cruz. Se foi
abolida na cruz, e com isso concordamos, então coerentemente não podemos
invocar mandamentos desse Antigo Concerto para se opor ao dízimo.
“Ponto 3 – O dízimo de Abraão a Melquisedeque se embasou numa tradição pagã.”
“O falso ensino é que Abraão deu voluntariamente o dízimo porque foi a vontade de Deus.”
Resposta
Apologética: Deplorável o argumento contra o dízimo de Abraão baseado
no argumento de que se tratava de ma tradição pagã. Então tudo o que
consta da Bíblia que se pode alegar tenha origem pagã, deve ser
descartado? Se a absurda acusação contra o dizimo de Abraão fosse
válida, porque supostamente, ele se valeu de uma tradição pagã, teríamos
que rejeitar o relato bíblico sobre o dilúvio? Quantas tradições pagãs
existiam sobre o dilúvio? Para nós vale o que está escrito em Gênesis
capítulos 6 a 8 sobre o dilúvio. Do contrário teríamos que rejeitar os
relatos bíblicos sobre o profeta Jonas ser engolido por uma baleia e por
aí afora. Admiro-me muito desse recurso “furado”.
Se Abraão não
deu o dízimo voluntariamente, em que ele se baseou para dar o dízimo?
Será mesmo que ele estava seguindo uma tradição pagã? Não seria melhor
reconhecer outra razão mais plausível e consentânea com a Bíblia? Não
seria um sentimento de gratidão pelo livramento recebido de Deus na
batalha que suportou? Isso seria melhor do que recorrer ao argumento tão
sem base e a resposta seria mais simples. Qual o sentimento que nos
aflora o coração quando recebemos uma bênção de Deus? Não nasce em nós
um sentimento de gratidão? Assim ocorreu com Abraão. Volta vitorioso de
uma batalha contra um exército muito maior do que o dele e numa atitude
de gratidão ofereceu o dízimo de tudo que ganhara do despojo do inimigo e
oferece o dízimo a Melquisedeque. Atribuiu a vitória a Deus. (Dt
8.17-18)“Não digas no teu coração: A minha força, e a fortaleza da minha
mão me adquiriram estas riquezas. Antes te lembrarás do Senhor teu
Deus, porque ele é o que te dá força para adquirires riquezas.” O
salmista mais tarde iria levantar uma pergunta: (Salmos 116:12) – “Que
darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito? (Salmos
116:13) – Tomarei o cálice da salvação, e invocarei o nome do SENHOR.
(Salmos 116:14) – Pagarei os meus votos ao SENHOR, agora, na presença de
todo o seu povo.”.
Ademais a opositora apresenta uma lista de
razões alegando que o dízimo de Abraão não pode ser usado como exemplo
para os cristãos dizimarem. Dentre essas razões a de n. 8 declara:
“O dízimo de Abraão não é mencionado em nenhuma parte da Bíblia, a fim de respaldar o ato de dizimar.”
Isso
sim é analfabetismo bíblico. A resposta a esta objeção está no NT no
livro de Hebreus 7.1-3, mas que a opositora do dízimo se esqueceu de
mencionar uma só vez em todas as 15 páginas da sua apostila. E ainda
admitiu que algum dos chamados por ela de “pastores analfabetos”
pentecostais não saberia consultar a Bíblia para logo localizar o que
ela preferiu esconder. Imperdoável essa declaração da autora da
apostila. Será que não foi um esquecimento propositado preparar uma
apostila contra o dízimo e se esquecer desse pormenor, justamente quando
cita outros versículos do capítulo 7 de Hebreus?
(Hebreus 7:1) –
“PORQUE este Melquisedeque, que era rei de Salém, sacerdote do Deus
Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da
matança dos reis, e o abençoou; (Hebreus 7:2) – A quem também Abraão deu
o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça,
e depois também rei de Salém, que é rei de paz; (Hebreus 7:3) – Sem
pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de
vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote
para sempre.”
Vamos dar algumas razões porque entendemos que o ato
voluntário de Abraão de dar o dízimo a Melquisedeque proporciona
exemplo para que nós o emitemos:
Primeiro, Abraão deu o dízimo a Melquisede quando ainda não havia mandamento para se contribuir com o dízimo.
(Gálatas
3:17) – “Mas digo isto: Que tendo sido a aliança anteriormente
confirmada por Deus em Cristo, a lei, que veio quatrocentos e trinta
anos depois, não a invalida, de forma a abolir a promessa.
Conseqüentemente, entendemos que o dízimo precedeu à lei.
Segundo,
Abraão é tido na Bíblia como o pai dos que são da fé (não da lei). .
(Romanos 4:13) – “Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do
mundo não foi feita pela lei a Abraão, ou à sua posteridade, mas pela
justiça da fé. (Romanos 4:14) – Porque, se os que são da lei são
herdeiros, logo a fé é vã e a promessa é aniquilada. (Romanos 4:16) –
Portanto, é pela fé, para que seja segundo a graça, a fim de que a
promessa seja firme a toda a posteridade, não somente à que é da lei,
mas também à que é da fé que teve Abraão, o qual é pai de todos nós.”
(Gálatas 3:26) – Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo
Jesus. (Gálatas 3:27) – Porque todos quantos fostes batizados em Cristo
já vos revestistes de Cristo. (Gálatas 3:28) – Nisto não há judeu nem
grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós
sois um em Cristo Jesus. (Gálatas 3:29) – E, se sois de Cristo, então
sois descendência de Abraão, e herdeiros conforme a promessa.” O que
lemos está bem claro sobre Abraão para ninguém se confunda. “Abraão, o
qual é pai de todos nós”.
Terceiro, Analisemos
agora a figura de Melquisedeque como o tipo de Jesus Cristo. O autor da
epístola aos Hebreus esclarece sobre Melquisedeque: (Hebreus 7:1) –
“PORQUE este Melquisedeque, que era rei de Salém, sacerdote do Deus
Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da
matança dos reis, e o abençoou; (Hebreus 7:2) – A quem também Abraão deu
o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça,
e depois também rei de Salém, que é rei de paz; (Hebreus 7:3) – Sem
pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de
vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote
para sempre. (Hebreus 7:4) – Considerai, pois, quão grande era este, a
quem até o patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos.”
Quarto,
Vejamos o que nos diz (Hebreus 7:8) – E aqui certamente tomam dízimos
homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive.
Conclusão lógica: enquanto existir o sacerdócio de Melquisedeque,
através de Cristo (Hebreus 7:17) – “Porque dele assim se testifica: Tu
és sacerdote eternamente, Segundo a ordem de Melquisedeque.” Permanecerá
o sistema bíblico de contribuição: o dízimo. E mais: Enquanto
permanecer a fé viva de Abraão, esta pagará dízimos ao Altíssimo,
através da Igreja. PERGUNTEMOS: ENTÃO: PODEMOS OU NÃO PROVAR QUE O
DÍZIMO É CONTRIBUIÇÃO CRISTÃ, Á LUZ DO NOVO TESTAMENTO? (O Dízimo, p.
44,45)
Ora, só um antidizimista é que pode alegar que o dízimo de Abraão não serve para “respaldar o ato de dizimar”.
“Ponto 4 – Os Primeiros Dízimos eram recebidos pelos servos dos sacerdotes.”
“O falso ensino é que os sacerdotes do Velho Testamento recebiam todo o primeiro dízimo.”
Resposta Apologética: Inválida
a objeção. Se se argumenta que o dízimo era obrigação da Lei de Moisés e
que esta lei terminou na cruz (Jo 19.30) como recorrer a preceitos
dessa lei para declarar que o dízimo é falso porque os sacerdotes do
Velho Testamento recebiam todo o primeiro dízimo. Que nos importa isso
se não estamos baseados na lei para darmos espontaneamente o nosso
dízimo?
É certo ainda que os sacerdotes é que ministravam no
tabernáculo os sacrifícios de sangue e quando o templo foi concluído nos
dias de Salomão continuou lá.
Já sob o Novo Concerto tal ministração se tornou desnecessária em decorrência da obra expiatória de Jesus.
(Hebreus
10:19) – “Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo
sangue de Jesus, (Hebreus 10:20) – Pelo novo e vivo caminho que ele nos
consagrou, pelo véu, isto é, pela sua carne, (Hebreus 10:21) – E tendo
um grande sacerdote sobre a casa de Deus, (Hebreus 10:22) – Cheguemo-nos
com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações
purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa.”
Isso
qualquer pastor considerado “analfabeto e pentecostal” não ignora.
Entretanto, a exímia conhecedora da Bíblia e opositora desconhece.
“Ponto 5 – A frase: “É santo ao Senhor” não torna o dízimo um princípio eterno moral.”
“O falso ensino é que Levítico 27.30-32 prova que o dízimo é um “eterno princípio moral”porque ele é santo do Senhor”.
Resposta Apologética: De
novo, o mesmo argumento baseado na Lei de Moisés, quando já afirmamos
que não fazemos uso da Lei de Moisés para darmos o dízimo.Repetindo:
A primeira vez que o dízimo é mencionado na Bíblia partiu da
voluntariedade de Abraão”(Gn 14.18-20). A segunda vez foi Jacó, neto de
Abraão. (Gênesis 28:20-22)
(Gênesis 28:20) – “E Jacó fez um voto,
dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me
der pão para comer, e vestes para vestir; (Gênesis 28:21) – E eu em paz
tornar à casa de meu pai, o SENHOR me será por Deus; (Gênesis 28:22) – E
esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo
quanto me deres, certamente te darei o dízimo.”
Não havia
mandamentos para essa contribuição. Partiu da espontaneidade de ambos. O
princípio que rege a contribuição do dízimo está em (I Corintios 16:2) –
“No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder
ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas
quando eu chegar.” e (II Corintios 9:7) – “Cada um contribua segundo
propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade; porque Deus
ama ao que dá com alegria.”
“Ponto 6 – “Existem na Bíblia quatro tipos diferentes de Dízimos.”
“O falso ensino ignora todos os outros dízimos e focaliza somente a parte do primeiro dízimo religioso.”
Resposta Apologética: Argumento
inválido pelas razões já expostas. Não vejo porque a declaração da
opositora ao dízimo ao declarar suspeita segundo a qual
“É de
admirar que as igrejas estejam tentando omitir isso, quando falam
somente de um dízimo religioso, simplesmente porque este se encaixa
melhor em seus propósitos, ignorando os outros dois importantes dízimos
religiosos.”
Acusações levianas. O que pode interessar às igrejas
saber qual a quantidade de dízimos que existiam na lei de Moisés? Qual a
igreja que dá o dízimo por exigência da Lei de Moisés? O que realmente a
opositora do dízimo procura esconder é que há dois dízimos na Bíblia e
ela que se jacta de tanto conhecimento bíblico, ignora:
OS DOIS DÍZIMOS: O DA LEI E O DA GRAÇA
O
que é lamentável, na realidade, é ignorar que há dois dízimos
essenciais na Bíblia: o Dízimo da Lei e o Dízimo da Graça e isso sim
demonstra ignorância bíblica ou suspeita de má fé. Como alguém se propõe
combater o dízimo, como contribuição voluntária dentro do NT, e ignore
esse pormenor tão importante?
(Hebreus 7:9) – “E, por assim dizer,
por meio de Abraão, até Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos.
(Hebreus 7:10) – Porque ainda ele estava nos lombos de seu pai quando
Melquisedeque lhe saiu ao encontro.”
Da leitura dos textos citados
entendemos que os levitas pagaram dízimos a Melquisedeque, quando eles,
ainda não existindo, se achavam representativamente na pessoa do
patriarca Abraão.
(Hebreus 7:9) – “E, por assim dizer, por meio de Abraão, até Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos.”
A
lei pagando dízimos à Graça! É exatamente isto. Estranho seria se fosse
o contrário, pois a livre sempre exerce ascendência sobre a escrava.
(Gálatas
4:22) – “Porque está escrito que Abraão teve dois filhos, um da
escrava, e outro da livre. (Gálatas 4:23) – Todavia, o que era da
escrava nasceu segundo a carne, mas, o que era da livre, por promessa.
(Gálatas 4:24) – O que se entende por alegoria; porque estas são as duas
alianças; uma, do monte Sinai, gerando filhos para a servidão, que é
Agar. (Gálatas 4:25) – Ora, esta Agar é Sinai, um monte da Arábia, que
corresponde à Jerusalém que agora existe, pois é escrava com seus
filhos. (Gálatas 4:26) – Mas a Jerusalém que é de cima é livre; a qual é
mãe de todos nós. (Gálatas 4:27) – Porque está escrito: Alegra-te,
estéril, que não dás à luz; Esforça-te e clama, tu que não estás de
parto; Porque os filhos da solitária são mais do que os da que tem
marido. (Gálatas 4:28) – Mas nós, irmãos, somos filhos da promessa como
Isaque. (Gálatas 4:29) – Mas, como então aquele que era gerado segundo a
carne perseguia o que o era segundo o Espírito, assim é também agora.
(Gálatas 4:30) – Mas que diz a Escritura? Lança fora a escrava e seu
filho, porque de modo algum o filho da escrava herdará com o filho da
livre. (Gálatas 4:31) – De maneira que, irmãos, somos filhos, não da
escrava, mas da livre.”
A Lei de Moisés passou com os dízimos de
Levi. Mas o dízimo cristão neotestamentário, permanece, porque a
Dispensação da Graça está em pleno vigor. Assim, o fato de o dízimo ter
existido ANTES DA LEI e DEPOIS DA LEI, e na Dispensação da Graça, prova,
que o cristão grato a Deus por todos os benefícios dele recebidos está
honrando o Senhor com os seus recursos financeiros. (Salmos 103:1) –
“BENDIZE, ó minha alma, ao SENHOR, e tudo o que há em mim bendiga o seu
santo nome. (Salmos 103:2) – Bendize, ó minha alma, ao SENHOR, e não te
esqueças de nenhum de seus benefícios.” (Provérbios 3:9) – “Honra ao
SENHOR com os teus bens, e com a primeira parte de todos os teus ganhos;
(Provérbios 3:10) – E se encherão os teus celeiros, e transbordarão de
vinho os teus lagares.”
“Ponto 7 – Jesus, Pedro Paulo e os pobres não dizimaram.”
“O falso ensino é que todo mundo do Velho Testamento era exigido que trouxesse sua oferta a nível de 10%.”
Resposta Apologética: Porventura desconhece a opositora o que está escrito em Gálatas sobre Jesus ter nascido sob a lei? Lemos:
(Gálatas
4:4) – “Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho,
nascido de mulher, nascido sob a lei, (Gálatas 4:5) – Para remir os que
estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos.”
O
texto citado mostra que Jesus nasceu debaixo da lei, o que significa
que ele viveu debaixo da obediência da lei cumprindo todos os 613
mandamentos da Lei de Moisés e ao ressuscitar dos mortos e se apresentar
aos apóstolos declarou, (Lucas 24:44) – “São estas as palavras que vos
disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que
de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos.
(Lucas 24:45) – Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as
Escrituras. Na cruz deu o brado, (João 19:30) – “Está consumado. E,
inclinando a cabeça, entregou o espírito.”
Se Jesus cumpriu
integralmente a Lei de Moisés poderia ter ele violado a contribuição do
dízimo da Lei quando trabalhou como carpinteiro em Nazaré? Ou quando
ainda antes no seu nascimento cumpriu as prescrições da Lei de Moisés?
(Lucas
2:22) – “E, cumprindo-se os dias da purificação dela, segundo a lei de
Moisés, o levaram a Jerusalém, para o apresentarem ao Senhor (Lucas
2:23) – (Segundo o que está escrito na lei do Senhor: Todo o macho
primogênito será consagrado ao Senhor); (Lucas 2:24) – E para darem a
oferta segundo o disposto na lei do SENHOR: Um par de rolas ou dois
pombinhos.”
Ensinou em (Mateus 22:21) – “Dai pois a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.”
Teria
Jesus deixado de dar a Deus o que e de Deus? É preciso ter presente que
Jesus cumpriu a lei integralmente, porque se declara que a Lei de
Moisés não passaria sem que tudo fosse cumprido. Se Jesus cumpriu
integralmente a lei, então sua exigibilidade para o cristão não subsiste
mais.
Quanto a Paulo e a Pedro viveram dentro dos três princípios de contribuição já expostos sobre O DÍZIMO:
É contribuição voluntária
É contribuição metódica
É contribuição proporcional aos rendimentos
“Ponto 8 – Os dízimos eram muitas vezes usados como impostos políticos.”
“O falso ensino é que os dízimos nunca são comparados aos impostos e taxas.”
Resposta
Apologética: Pouco importa para nós serem os dízimos usados como
impostos políticos. Nossa contribuição dizimal não está baseada na Lei
de Moisés. Estamos firmados na espontaneidade de Abraão (Gn 14.18-20; Hb
7.1-3) e Jacó (Gn 28.20-22).
Concordamos com a declaração segunda a qual “O dízimo da Antiga Aliança era motivado e exigido por lei, não pelo amor.”
O dízimo da Nova Aliança é baseado em três requisitos: É contribuição
voluntária; É contribuição metódica; É contribuição proporcional aos
rendimentos. (2 Co 9.7; 1 Co 16.2).
Como diz Paulo José F. de
Oliveira no seu livro Desmistificando o DIZIMO, página 108, “Se não nos
identificamos com a comunidade a que pertencemos, se não assumimos como
nossas as suas necessidades, se não aprovamos os obreiros nem o seu modo
de vida, se não concordamos sobre como administrar o patrimônio comum,
jamais sentiremos alegria, desprendimento, prazer, etc. Podemos dar
muitos dízimos, mas nunca estaremos contribuindo ´segundo o espírito do
Novo Testamento´.”.”
“Ponto 10 – Malaquias 10 é o texto do qual mais se tem abusado na Bíblia sobre o dízimo.”
“O falso ensino sobre dízimos em Malaquias ignora cinco fatos importantes da Bíblia.”
Resposta
Apologética O dízimo da graça não é o dízimo da lei com suas obrigações
próprias. Nenhum dos itens apontados tem qualquer relação com o dízimo
da graça. É oportuno ter presente o texto citado de Hb 7.18,19 e que é
por nós endossado quanto à abolição da Lei de Moisés.
(Hebreus
7:18) – “Porque o precedente mandamento é ab-rogado por causa da sua
fraqueza e inutilidade. (Hebreus 7:19) – (Pois a lei nenhuma coisa
aperfeiçoou) e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual
chegamos a Deus.”
Essa melhor esperança nos veio pela graça trazida por Jesus,
(João
1:17) – “Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram
por Jesus Cristo.” O nosso dízimo é o da graça e não o da lei de Moisés,
encerrada na cruz.
(Hebreus 7:5) – “E os que dentre os filhos de
Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do
povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de
Abraão. (Hebreus 7:6) – Mas aquele, cuja genealogia não é contada entre
eles, tomou dízimos de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas.
(Hebreus 7:7) – Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo
maior. (Hebreus 7:8) – E aqui certamente tomam dízimos homens que
morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive.”
Quem é esse que vive eternamente?
(Hebreus
7:21) – “Mas este com juramento por aquele que lhe disse: Jurou o
Senhor, e não se arrependerá; Tu és sacerdote eternamente, Segundo a
ordem de Melquisedeque), (Hebreus 7:22) – De tanto melhor aliança Jesus
foi feito fiador. (Hebreus 7:23) – E, na verdade, aqueles foram feitos
sacerdotes em grande número, porque pela morte foram impedidos de
permanecer, (Hebreus 7:24) – Mas este, porque permanece eternamente, tem
um sacerdócio perpétuo.”
Sendo perpétuo o sacerdócio de Melquisedeque, figura da pessoa de Jesus, então o dízimo deve continuar.
“Ponto 11 – O dízimo não é ensinado no Novo Testamento.”
“O falso ensino é que Jesus ensinou a dizimar, em Mateus 23.23, dizendo que isso está claro no Novo Testamento”.
Resposta
Apologética: Francamente! Decepcionante! Se tem validade a argumentação
segundo a qual o que Jesus ensinou durante o seu ministério terreno não
tem validade para o cristão, só valendo o que ele ensinou depois de
ressuscitado, então o que ele ensinou no Sermão do Monte não tem valor
para nós? É o argumento da nossa opositora. Ela textualmente afirma:
“A
Nova Aliança não teve princípio no nascimento de Jesus, mas na Sua
morte. O dízimo não é ensinado na igreja, depois do Calvário. Quando
Jesus falou sobre o assunto em Mateus 23.23, Ele estava simplesmente
ordenando a obediência às leis da Antiga Aliança, a qual ele endossou e
obedeceu até chegar ao Calvário.”
MA Jesus não se limitou a
ensinar apenas o que se relacionava à Lei de Moisés. Seu ensino abrangeu
além da Lei e ele interpretou a Lei de Moisés mostrando a superioridade
do seu ensino sobre o que Moisés escreveu na lei. Vejamos o que Jesus
falou no Sermão do Monte superior à lei de Moisés:
A SUPERIORIDADE DOS ENSINOS DE JESUS SOBRE A LEI
a)
o que Jesus ensinou em (Mateus 22:37) – “ Amarás o Senhor teu Deus de
todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento.
(Mateus 22:38) – Este é o primeiro e grande mandamento. (Mateus 22:39) –
E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti
mesmo. (Mateus 22:40) – Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os
profetas.”
b) Jesus ensinou (Mateus 5:27) – ‘Ouvistes que foi
dito aos antigos: Não cometerás adultério. (Mateus 5:28) – Eu, porém,
vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu
coração cometeu adultério com ela.”
c) Jesus ensinou (Mateus
5:38) – “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, e dente por dente.
(Mateus 5:39) – Eu, porém, vos digo que não resistais ao mal; mas, se
qualquer te bater na face direita, oferece-lhe também a outra;”
d)
Jesus ensinou (Mateus 5:43) – “Ouvistes que foi dito: Amarás o teu
próximo, e odiarás o teu inimigo. (Mateus 5:44) – Eu, porém, vos digo:
Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que
vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que
sejais filhos do vosso Pai que está nos céus;”
O QUE JESUS ENSINOU ATÉ O CALVÁRIO PERDEU SUA VALIDADE?
O
que fazer com esses ensinos de Jesus antes do Calvário? Rejeitá-los
porque foram dados antes da morte de Jesus no Calvário? A Lei de Moisés
abrangia apenas o Pentateuco com 613 mandamentos e os ensinos de Jesus
não faziam parte da lei. Ele a cumpriu integralmente, como dissemos, mas
os ensinos de Jesus são exatamente o que ele mandou que fossem
observados.
(Mateus 28:19) – “Portanto ide, fazei discípulos de
todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito
Santo;” (Mateus 28:20) – “Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu
vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a
consumação dos séculos. Amém.”
O que fazer com os dois textos citados que ordenam que guardemos o que Jesus ensinou? Só perguntando a opositora do dízimo.
Irrefletidamente,
alega contra o dízimo o seguinte, “Não existe um único texto no Novo
Testamento que ensine a dizimar após o período do Calvário”. Ora, de
novo a opositora do dízimo demonstra conhecer muito pouco a Bíblia,
pois, senão, não teria feito tal declaração. Será que ela se esqueceu do
livro de Hebreus? Leiamos:
(Hebreus 7:1) – “PORQUE este
Melquisedeque, que era rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, e que
saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o
abençoou; (Hebreus 7:2) – A quem também Abraão deu o dízimo de tudo, e
primeiramente é, por interpretação, rei de justiça, e depois também rei
de Salém, que é rei de paz; (Hebreus 7:3) – Sem pai, sem mãe, sem
genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito
semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre. (Hebreus
7:4) – Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca
Abraão deu os dízimos dos despojos. (Hebreus 7:5) – E os que dentre os
filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o
dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos
lombos de Abraão.” E sabemos que o livro de Hebreus foi escrito lá pelo
ano de 64 A. D.
“Ponto 12 – Os sacerdotes da Antiga Aliança foram substituídos pelos pastores bíblicos”
“O falso ensino é que os anciãos e pastores da Novo Aliança estão
simplesmente continuando de onde os sacerdotes da Antiga Aliança
deixaram e por isso devem receber o dízimo”.
Resposta
Apologética: De novo o argumento inválido e já refutado em invocar a Lei
de Moisés para, com ela, recusar a contribuição do dízimo na Nova
Aliança. Entretanto, lemos:
(Hebreus 7:22) – “De tanto melhor
aliança Jesus foi feito fiador. (Hebreus 7:23) – E, na verdade, aqueles
foram feitos sacerdotes em grande número, porque pela morte foram
impedidos de permanecer, (Hebreus 7:24) – Mas este, porque permanece
eternamente, tem um sacerdócio perpétuo.”
Enquanto durar o
sacerdócio de Cristo os filhos de Abraão, pela fé, estarão contribuindo
espontaneamente com seus dízimos a Melquisedeque, figura de Jesus Cristo
(Hb 7.1-3). Reconhecemos que, hoje, os cristãos em geral constituem “o
sacerdócio real”, mas o sacerdócio de Cristo continua. “Mas este, porque
permanece eternamente, tem um sacerdócio perpétuo.”
OoOo
“Ponto 13 – A Igreja da Nova Aliança não é um edifício nem um armazém”.
“O
falso ensino é que os edifícios cristãos chamados “igrejas”,
“tabernáculos” ou “templos”, substituíram o Templo do Velho Testamento
como locais de habitação divina”.
Resposta Apologética:
De novo o argumento baseado no Antigo Concerto. Se não estamos sob o
Antigo Concerto, como usar argumentos tirados da Lei para negar a
validade do dízimo, considerando que o livro de Hebreus 7.1-3,9,10
aborda a validade do dízimo usando os exemplos de Abraão a Melquisedeque
para essa contribuição. E ainda mais que eles estavam praticando o
dízimo antes de da lei de Moisés ser dada.
(Gálatas 3:17) – “Mas
digo isto: Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em
Cristo, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a
invalida, de forma a abolir a promessa.” Taxativamente não estamos sob a
lei de Moisés, (Romanos 6:14) – “Porque o pecado não terá domínio sobre
vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça. (Romanos
6:15) – Pois que? Pecaremos porque não estamos
debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo nenhum.”
Ponto 14 – A Igreja cresce quando usa os melhores princípios da Nova Aliança.
(O falso ensino é que os princípios de dar graças não são tão bons como os princípios do dizimar na Antiga Aliança.)
Resposta
Apologética: Quem não sabe disso? Entretanto, a opositora do dízimo
deveria ser mais benevolente e cultivar um pouco mais o fruto do
Espírito (Gl 5.22) principalmente o denominado “a temperança” e evitar
acusações levianas e deprimentes ao dizer,
“Essas pessoas mal
conhecedoras da Bíblia se comportam com o Espírito Santo exatamente como
os feiticeiros se comportam com os maus espíritos.”
Tal
declaração pode ser tida como uma blasfêmia contra o Espírito Santo.
Como ficam as palavras de Jesus (Lucas 11:11) – “E qual o pai de entre
vós que, se o filho lhe pedir pão, lhe dará uma pedra? Ou, também, se
lhe pedir peixe, lhe dará por peixe uma serpente? (Lucas 11:12) – Ou,
também, se lhe pedir um ovo, lhe dará um escorpião? (Lucas 11:13) – Pois
se vós, sendo maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto
mais dará o Pai celestial o Espírito Santo àqueles que lho pedirem?”
Atribuir
a Deus o que nós, imperfeitos seres humanos não somos capazes de fazer,
beira à blasfêmia. E isso pela opositora que exibe um ódio figadal
contra o povo pentecostal a ponto de atribuir aos demônios (espíritos
maus) a obra do Espírito Santo na vida de uma pessoa cristã.
O SUSTENTO MINISTERIAL
“Ponto 15 – O Apóstolo Paulo preferia que os líderes da Igreja se auto-sustentassem.”
“(O falso ensino é que Paulo ensinou e praticou o dízimo)”.
Resposta Apologética: Ora, ora, alguém se propõe escrever contra o sustento ministerial e dolosamente declara:
“Embora
ele (Paulo) não tenha condenado os que recebiam sustento pela obra em
tempo integral, também não ensinou que tal sustento fosse ordenado por
Deus, para difusão do Evangelho.”…
“Para Paulo, a expressão ‘ viver do evangelho’ significava ‘ viver segundo os princípios da fé, do amor e da graça’”.
Ler
as alegações expostas pela antidizimista contra o sustento ministerial é
de admitir que não parece ter ela aprendido muito sobre hermenêutica
nos seminários onde estudou. Por exemplo, dizer que a expressão ‘ viver
do evangelho’ significava ‘viver segundo os princípios da fé, do amor e
da graça’, é interpretar o texto sem o contexto. ISTO É PRETEXTO. O
texto citado é (I Corintios 9:14) – “Assim ordenou também o Senhor aos
que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho.” O contexto, parte que
vem antes ou depois do contexto esclarece o texto de 1 Co 9.14. Leiamos
o contexto:
(I Corintios 9:5) – “Não temos nós direito de levar
conosco uma esposa crente, como também os demais apóstolos, e os irmãos
do Senhor, e Cefas? (I Corintios 9:6) – Ou só eu e Barnabé não temos
direito de deixar de trabalhar? (I Corintios 9:7) – Quem jamais milita à
sua própria custa? Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem
apascenta o gado e não se alimenta do leite do gado? (I Corintios 9:8) –
Digo eu isto segundo os homens? Ou não diz a lei também o mesmo? (I
Corintios 9:9) – Porque na lei de Moisés está escrito: Não atarás a boca
ao boi que trilha o grão. Porventura tem Deus cuidado dos bois? (I
Corintios 9:10) – Ou não o diz certamente por nós? Certamente que por
nós está escrito; porque o que lavra deve lavrar com esperança e o que
debulha deve debulhar com esperança de ser participante. (I Corintios
9:11) – Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós
recolhamos as carnais? (I Corintios 9:12) – Se outros participam deste
poder sobre vós, por que não, e mais justamente, nós? Mas nós não usamos
deste direito; antes suportamos tudo, para não pormos impedimento algum
ao evangelho de Cristo. (I Corintios 9:13) – Não sabeis vós que os que
administram o que é sagrado comem do que é do templo? E que os que de
contínuo estão junto ao altar, participam do altar? (I Corintios 9:14) –
Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam
do evangelho.”
(Gálatas 6:6) – “E o que é instruído na palavra reparta de todos os seus bens com aquele que o instrui.”
(I
Timóteo 5:17) – “Os presbíteros que governam bem sejam estimados por
dignos de duplicada honra, principalmente os que trabalham na palavra e
na doutrina; (I Timóteo 5:18) – “Porque diz a Escritura: Não ligarás a
boca ao boi que debulha. E: Digno é o obreiro do seu salário.”
(II
Corintios 11:8) – “Outras igrejas despojei eu para vos servir,
recebendo delas salário; e quando estava presente convosco, e tinha
necessidade, a ninguém fui pesado. (II Corintios 11:9) – Porque os
irmãos que vieram da Macedônia supriram a minha necessidade; e em tudo
me guardei de vos ser pesado, e ainda me guardarei. (II Corintios 11:10)
– Como a verdade de Cristo está em mim, esta glória não me será
impedida nas regiões da Acaia. (II Corintios 11:11) – Por quê? Porque
não vos amo? Deus o sabe. (II Corintios 11:12) – Mas o que eu faço o
farei, para cortar ocasião aos que buscam ocasião, a fim de que, naquilo
em que se gloriam, sejam achados assim como nós.”
Pergunto: como
alguém se intitula teóloga e é capaz de interpretar tão erroneamente as
palavras de Paulo?! O que Paulo expõe com muita clareza é que deve haver
a responsabilidade da igreja pelo pagamento de salários dos seus
obreiros. Se ele, realmente, em determinadas ocasiões fabricou tendas
era para evitar exatamente pessoas murmuradoras que não supriam o mínimo
para sustento dele e de Barnabé. Pergunta ele com muita propriedade:
“(I Corintios 9:6) – Ou só eu e Barnabé não temos direito de deixar de
trabalhar? (I Corintios 9:7) – Quem jamais milita à sua própria custa?
Quem planta a vinha e não come do seu fruto? Ou quem apascenta o gado e
não se alimenta do leite do gado?”
Como a opositora, que declara
ter estudado a Bíblia com pastor apologeta, cometa uma tamanha aberração
interpretativa dizendo, como se os leitores da sua apostila
antidizimista fossem analfabetos na Bíblia como ela declara dos pastores
pentecostais.
Analfabeto na Bíblia é quem dá essa interpretação
capciosa, dolosa, para justificar seus argumentos contra o sustento
ministerial. Não diga para ninguém que é uma seguidora de Paulo, porque,
na verdade, nunca foi seguidora de Paulo, pelo menos no particular da
contribuição e sustento ministerial. Como é que esses obreiros poderiam
ser supridos em suas necessidades materiais senão pela contribuição?.
Assim, O DÍZIMO: a) É contribuição voluntária; É contribuição metódica;
c) É contribuição proporcional aos rendimentos.
“Ponto 16 – O dízimo não se tornou uma lei na igreja, até o ano 777 d.C.”
“O falso ensino é que a igreja histórica sempre ensinou o dízimo.”
Resposta
Apologética: Que Concílio de 585 é esse mencionado pela opositora do
dízimo? Desconheço qualquer Concílio sem o nome da cidade onde se
realizou tal concílio. Quem disse que o dízimo não se tornou na igreja
até o ano 777 d.C.? A igreja fundada no dia de Pentecostes não tinha lei
sobre contribuições dizimais. Eles davam 100% do que possuíam. Vendiam
suas propriedades e traziam tudo aos pés dos apóstolos. As razões
apresentadas pela opositora são parecidas com os judaizantes de hoje que
se arvoram em cristãos e querem viver como judeus guardando
supostamente o sábado, alimentando-se dieteticamente e buscam então
encontrar um motivo pagão alegando que foi Constantino que deu margem à
observância do domingo, ignorando propositadamente Apocalipse 1.10, onde
o primeiro dia da semana (o domingo) foi chamado de dia do Senhor.
Igualmente, a mesma acusação é usada com relação à doutrina da Trindade,
alegando-se que ela foi definida no Concílio de Nicéia, presidido por
Constantino no ano 325 d. C. Sofisma, apenas. Se alguém se nega a dar
voluntariamente o dízimo, então que siga o exemplo da igreja primitiva.
“(AT 2.45) “E vendiam suas propriedades e fazendas, e repartiam com
todos, segundo cada um havia de mister.”
Qual é o antidizimista que se mostra tão generoso que age como os cristãos primitivos?
Será que alguns não estão agindo como Ananias e Safira? (Atos 5:1) –
“MAS um certo homem chamado Ananias, com Safira, sua mulher, vendeu uma
propriedade, (Atos 5:2) – E reteve parte do preço, sabendo-o também sua
mulher; e, levando uma parte, a depositou aos pés dos apóstolos. (Atos
5:3) – Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração,
para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da
herdade? (Atos 5:4) – Guardando-a não ficava para ti? E, vendida, não
estava em teu poder? Por que formaste este desígnio em teu coração? Não
mentiste aos homens, mas a Deus. (Atos 5:5) – E Ananias, ouvindo estas
palavras, caiu e expirou. E um grande temor veio sobre todos os que isto
ouviram. (Atos 5:6) – E, levantando-se os moços, cobriram o morto e,
transportando-o para fora, o sepultaram. (Atos 5:7) – E, passando um
espaço quase de três horas, entrou também sua mulher, não sabendo o que
havia acontecido. (Atos 5:8) – E disse-lhe Pedro: Dize-me, vendestes por
tanto aquela herdade? E ela disse: Sim, por tanto. (Atos 5:9) – Então
Pedro lhe disse: Por que é que entre vós vos concertastes para tentar o
Espírito do Senhor?
Eis aí à porta os pés dos que sepultaram o teu
marido, e também te levarão a ti. (Atos 5:10) – E logo caiu aos seus
pés, e expirou. E, entrando os moços, acharam-na morta, e a sepultaram
junto de seu marido. (Atos 5:11) – E houve um grande temor em toda a
igreja, e em todos os que ouviram estas coisas.” Negam o dízimo e, às
vezes, ganhando altos salários, colocam na sacola da contribuição,
valores correspondentes a 1% do que ganharam. Falta-lhes a
espontaneaneidade da mulher viúva mas generosa: (Marcos 12:41) – “E,
estando Jesus assentado defronte da arca do tesouro, observava a maneira
como a multidão lançava o dinheiro na arca do tesouro; e muitos ricos
deitavam muito. (Marcos 12:42) – Vindo, porém, uma pobre viúva, deitou
duas pequenas moedas, que valiam meio centavo. (Marcos 12:43) – E,
chamando os seus discípulos, disse-lhes: Em verdade vos digo que esta
pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro;
(Marcos 12:44) – Porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas
esta, da sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento.” Ela
não foi ludibriada com a teologia da prosperidade que ensina a fazer
sacrifícios em propriedades e dá-las a certas igrejas cuja direção está
nas mãos de homens ávidos por dinheiro. (II Pedro 2:3) – “E por avareza
farão de vós negócio com palavras fingidas; sobre os quais já de largo
tempo não será tardia a sentença, e a sua perdição não dormita.” A viúva
elogiada por Jesus era grata a Deus e demonstrou sua gratidão ao
oferecer o que de melhor tinha.
Extraído do site www.iepaz.org.br/a-questao-do-dizimoem 26/01/2015
Pastor NATANAEL RINALDI
FONTE:http://www.cacp.org.br/a-questao-do-dizimo/